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Os poemas são criação minha, salvo os assinalados com o autor. Alguns estão publicados. Não autorizo cópia, ou partilha sem autorização (Decreto-Lei n.º 63/85 dos Direitos de Autor e anexos posteriores)

06
Nov17

Doentes de Amor

por Sílex

 

 

 

 

Foto de Espírito Vadio - Maria de Fátima Soares.

Pintura René Magritte 
"The Lovers" 1928

 

Serenamente...
Disse-nos adeus a morrer.
É tempo de despertar, desta sonolência doentia
deste género de paralisia,
em que mergulhei.

 

Amei-te?
Meu, Deus... se amei!

 

Mas, para que eu ainda possa Ser
tenho de continuar e... deixar-te, também viver,
Quem sabe, igualmente a morrer
porque doentes de Amor
como nós... é tão raro (ha)ver.

 

Vou então durar, 
o tempo que for...

 

E perdoa-me, a dor
que poderá trazer-te.
É tempo, de continuarmos ambos, 
por caminhos separados
a morrer aos bocados...

 

Mesmo, que distância... 
não signifique esquecer-te

 

 

 

 

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Só restos... é o que sou! Um monte de restos, em trânsito pela vida!


Detesto quem me aponta a mediocridade, sem perceber que ser mais do que isto, nunca me importou.
Deixem-se só com a minha insignificância. Contornem-me e não olhem para trás.



"Todo o homem saudável consegue ficar dois dias sem comer - sem a poesia, jamais."
Charles Baudelaire

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