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Os poemas são criação minha, salvo os assinalados com o autor. Alguns já publicados. Não autorizo cópia, ou partilha sem autorização (Decreto-Lei n.º 63/85 dos Direitos de Autor e anexos posteriores)

22
Ago17

EMPLASTRO

por Sílex

 

 

 

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Não te quero para amigo
Nem sequer para conhecido
Nunca, para meu amante,
desejo-te, sim...
bem distante.
Deixes as estradas para andar, 
vires a cara, 
quando eu passar
porque não tenciono falar-te
e mudarei de passeio,
a qualquer custo, se existir de permeio,
quem mo impeça.
Não te quero na lembrança!
Tampouco, nas minhas conversas
no que escrevo,
no que leio
e no que ouço, dizer.
Pois!
Não te quero sentir, nem ver
se te custa a entender, 
e pensas que é puro capricho,
estou bastante à vontade com isso...
Far-me-ias um grande favor,
de rapidamente desaparecer,
tomando um chá de sumiço.

 

 

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Só restos... é o que sou! Um monte de restos, em trânsito pela vida!


Detesto quem me aponta a mediocridade, sem perceber que ser mais do que isto, nunca me importou.
Deixem-se só com a minha insignificância. Contornem-me e não olhem para trás.



"Todo o homem saudável consegue ficar dois dias sem comer - sem a poesia, jamais."
Charles Baudelaire
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