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Os poemas são criação minha, salvo os assinalados com o autor, alguns já estão publicados. Não autorizo cópia, ou partilha sem autorização (Decreto-Lei n.º 63/85 dos Direitos de Autor e anexos posteriores)

31
Mai17

Vendavais de Paixão

por Sílex

 

 

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Afloram aos meus lábios palavras proibidas.
Forma-se neles aquela gota d’água
que me cresce na garganta, ao ficar aguada por ti.
Nasce no meu corpo, a conhecida excitação
que antecede a tua mão, apertando-me

unindo-te a mim.
Desmoronam-se as quatro paredes deste quarto, quando grito!
Não chegam para suportar o amor que se vive aqui.
Partimos enlouquecidos...
Pelos despertos sentidos
provando-nos em sofreguidão.
Eu não contenho o desejo... 
Quando me descobres novos recantos
dás a conhecer outros encantos de estar contigo.
Nada! Mas nada é melhor que receber-te amor,

Nas minhas pernas abertas,

tudo aquilo, em que em mim deixas
abala os muros da condenação.
Que o mundo acabe!
Na verdade...não darei conta.
Quando tu me amas e invades...cavalgas louco de prazer

pára tudo  

Fica o mundo, mudo, em admiração.
Porque é tanta e sentida
esta maneira certa e conquanto proibida
aos demais...

Que se privam, condenam, ou temem...

Os vendavais da paixão.

 

 

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Só restos... é o que sou! Um monte de restos, em trânsito pela vida!


Detesto quem me aponta a mediocridade, sem perceber que ser mais do que isto, nunca me importou.
Deixem-se só com a minha insignificância. Contornem-me e não olhem para trás.



"Todo o homem saudável consegue ficar dois dias sem comer - sem a poesia, jamais."
Charles Baudelaire

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